Rua Rodesia

 

Abacateiro

Nome científico: Persea americana
Família botânica: Lauraceae
Origem: América Central.

Características: Árvore de casca pardacenta que pode atingir até 20 m de altura. Folhagem sempre verde. Flores pequenas e de coloração branco-esverdeadas, possui odor acentuado e característico e por isso são atrativas para abelhas.
 
Alfeneiro

Nome Científico: Ligustrum lucidum
Família botânica: Oleaceae
Origem: China

Características: Árvore com até 15m de altura, de casca lisa com coloração acinzentada. Folhas brilhantes, simples e glabras, copa densa. Inflorescência em panículas e flores pequenas e brancas, frutos roxos e circulares, muito característico. O florescimento ocorre entre outubro e dezembro e a frutificação ocorre de maio a julho no sul do Brasil. Polinização por insetos e dispersão de frutos por aves. Árvore de rápido crescimento. Raízes superficiais que se adaptam facilmente a diversos ambientes. Não possui restrição de drenagem, adaptando-se em solos bem drenados e úmidos.

 

Chápeu-de-Sol

Nome científico: Teminalia catappa
Família botânica: Combretaceae
Origem: Ásia

Características: A também chamada amendoeira-da-praia é uma árvore de grandes dimensões que pode atingir 35m de altura. É típica de regiões tropicais. A sua origem é controversa, estando a Índia e a Nova Guiné entre as hipóteses apontadas. É cultivada como árvore ornamental e os seus frutos são comestíveis, embora um pouco ácidos. A sua madeira é vermelha, sólida e resistente à água, tendo sido utilizada para fazer canoas na antiga Polinésia.

 

Dedaleira

Nome científico: Lafoensia pacari
Família botânica: Lythraceae
Origem: Brasil

Características: Árvore de até 25m de altura, apresenta copa globosa ou umbeliforme, 15 a 25 m de altura, possui tronco geralmente reto, até 80 cm de diâmetro, com casca escura profundamente fissurada. Suas folhas são simples, opostas, curto-pecioladas, oblongas, com ápice obtuso provido de uma glândula, medem 5 a 15 cm de comprimento, por 2 a 5 cm de largura. As folhas apresemtam coloração verde-clara brilhante na face adaxial e verde-opaca, com nervura principal e marginal proeminentes na fase abaxial. As flores são reunidas em panícula terminal umbeliforme de 20 a 30 cm de comprimento, com botões volumosos e vermelhos. O cálice em forma de dedal, possui de 1,5 a 2,0 cm de comprimento e 1 a 1,5 cm de largura, afunilado e com 12 dentes. As flores possuem cheiro desagradável, variando a intensidade com o estágio de abertura da flor, sendo estas polinizadas por morcegos (quiropterofilia) atraídos pelo mau cheiro. Os frutos são secos, indeiscentes, de coloração castanho-escura, medem de 4 a 8 cm de comprimento, por 2 a 4,5 cm de largura. A floração ocorre de outubro a fevereiro e os frutos amadurecem de fevereiro a julho, liberando sementes planas, aladas de coloração amarelada, até 2 cm, com a ponta expandida em duas laterais.

 

Embiruçu

Nome científico: Pseudobombax grandiflorum
Família botânica: Bombacaceae
Origem: Brasil

Características:Árvore de 15 a 25 m de altura. Tronco levemente tortuso, engrossando na base, com casca grossa profundamente fendida verticalmente. Folhas alternas, em espiral, pecioladas, digitadas, de 4 a 9 folíolos sésseis, de 5 a 12 cm de comprimento, glabros, coriáceos, elípticos ou ovais. Flores brancas, solitárias ou em cimeiras, de até 13 cm de comprimento, pétalas com pilosidade castanho-escura, androceu muito aparente. Fruto cápsula, externamente glabro, contendo numerosas sementes envolvidas por longos pêlos brancos (paina).

 

Figueira Benjamina

Nome científico: Ficus benjamina
Família botânica: Moraceae
Origem: Ásia e Austrália


Características: Árvore perenifólia, de 10 a 15 m de altura, suas características ornamentais são notáveis, é amplamente cultivada em parques, jardins e na arborização de ruas e avenidas pelo excessivo vigor do sistema radicular. Muito tolerante a podas, presta-se para topiaria artística e geométrica e para plantio em vasos quando jovem. É atualmente uma das árvores exóticas mais cultivadas no sudeste do Brasil. Apesar de sua origem tropical, pode ser cultivada virtualmente em todo o território brasileiro.

 

 

Goiabeira

Nome científico: Psidium guajava
Família Botânica: Myrtaceae
Origem: Brasil


Características: Arbusto ou árvore de pequeno porte que pode atingir 3 a 6 m de altura, tronco tortuoso, folhas simples e opostas, 8 a 12cm de comprimento e 3 a 6cm de largura. As flores são brancas, hermafroditas, isoladas ou em grupos de 2 ou 3, situando-se nas axilas das folhas e nas brotações de ramos maduros. A fecundação provém de polinização cruzada. O fruto é baga com tamanho entre 5 a 7cm quando maduros, de coloração amarela por fora e vermelha ou branca por dentro

 

Leucena

Nome científico: Leucena leucocephala
Família botânica: Leguminosae
Origem; América Tropical


Características: Arbusto ou árvore pequena, entre 5 e 10 m de altura. Folhas alternas bipinadas, com 25 cm de comprimento; entre 4 a 9 pares de pinas, com 8 a 10 cm. Entre 11 a 17 pares de folíolos, de 9 a 12 mm, opostos, lanceolados, acuminados; de coloração verde-acinzentada. Inflorescência globosa, com pedúnculo de 5 a 6 cm de comprimento. As flores possuem corola e estames brancos; cálice com 2,5 mm, pétalas lineares; estames em número de 10 com aproximadamente 1 cm de comprimento, anteras pilosas. Ovário fracamente pubescente no ápice. Vagens agrupadas, lineares, achatada, com 10 a 15 cm de comprimento e 2 cm de largura, marrom-escura, com um bico no ápice; cada vagem contém aproximadamente 20 sementes de coloração marrom brilhante, oblonga-oval, achatada, com 6 mm de comprimento. Faz auto-fecundação, de forma que até mesmo indivíduos isolados produzem sementes. Há um percentual pequeno de fecundação cruzada e são polinizadas por um número grande de insetos generalistas, incluindo abelhas de pequeno e grande porte. Floresce e semeia continuamente ao longo do ano, desde que haja umidade. Combinada à característica de auto-fecundação, o processo resulta na produção abundante de vagens e sementes. Regenera-se rapidamente após queimadas ou corte. As árvores têm vida curta, entre 20 e 40 anos, porém o banco de sementes tem longa viabilidade no solo, entre 10 e 20 anos. Cada planta pode produzir até 2000 sementes por ano.

 

Nespereira

Nome científico: Eriobotrya japonica
Família botãnica: Rosaceae
Origem: Ásia

É uma árvore pequena, com uma coroa circular e um tronco curto. Pode crescer até 10 m de altura, mas é geralmente menor, com cerca de 3 a 4 m. Suas folhas são alternadas, simples, de 10 a 25 cm, verde-escuras, de textura rígida e com a borda serrilhada. Diferente das demais árvores frutíferas, suas flores aparecem no outono e início do inverno e seus frutos amadurecem no final do inverno e início da primavera. As flores têm cerca de 2 cm de diâmetro, são brancas, com cinco pétalas, produzidas em cachos com três a dez flores. As frutas da nêspera são ovais, com 3 a 5 cm, com uma casca aveludada e macia de cor amarelo-alaranjada, às vezes rosada. A polpa é suculenta e doce ou ácida, dependendo da variedade e maturação da fruta. Cada fruta contém de 3 a 5 sementes de cor marrom. A nêspera deve ser preferencialmente descascada para o consumo: a casca é fina e pode ser facilmente puxada quando a fruta está madura.

 

Pata de Vaca

Nome científico: Bauhinia variegata (flor rosa)
Nome científico: Bauhinia (flor branca)
Família botânica: Leguminosae
Origem: Burma

Características: Árvore mediana de até 10 m de altura, com copa densa, globosa e de folhagem semidecídua. O tronco geralmente cilíndrico, apresenta casca externa rugosa, de coloração pardo-acinzentada, pouco fissurada e deiscente em pequenas placas irregulares. Suas folhas são simples, cartáceas a coriáceas, com recorte formando 2 lobos arredondados, apresentam coloração verde-clara, medem de 12 a 18 cm de comprimento por até 15 cm de largura. As flores de coloração rosa ou brancas, possuem 5 pétalas alongadas marcadas por estrias mais escuras, dispõem-se solitárias ou em racemos axilares e terminais. Os frutos são legumes planos, de coloração marron-clara, contendo sementes arredondadas e achatadas. A floração ocorre de julho a setembro e a frutificação de outubro a fevereiro.

 

Pau-ferro

Nome científico: Caesalpinia ferrea
Família botânica: Leguminosae
Origem: Brasil


Características: Árvore muito utilizada em paisagismo urbano, tem o tronco característico, liso e branco com manchas. Propicia boa sombra e desenvolvimento rápido. Folhas compostas, pinadas, 5 folíolos de até 20 cm. Flores amarelas, pequenas, em cacho. Fruto em forma de vagem achatada de casca dura, marrom escuro, 8 por 2 cm. Para extrair as sementes (0,7 cm, pretas) é necessário quebrar com martelo.

 

Quaresmeira

Nome científico: Tibouchina granulosa
Família botãnica: Melastomataceae
Origem: Brasil

Características: Pode crescer até os 12 m de altura, e seu tronco pode atingir 40 cm de diâmetro. Apresenta flores com tonalidades que vão do rosa ao roxo, com grande potencial para ser utilizada como planta ornamental, principalmente em floração, por isso é recomendável em projetos paisagísticos, bem como na arborização de ruas estreitas e sob redes elétricas.

 

Resedá


Nome científico: Lagerstroemia indica
Família botãnica: Lythraceae
Origem; Ásia

Características: Arvoreta de até 6m de altura, com tronco liso marmorizado de 15 a 20 cm de diâmetro. As flores desabrocham em cachos nas pontas dos ramos, em cores róseas, lilás, carmim ou branca. Os galhos são fracos e quebradiços e devem ser podados no inverno para estimular a floração e dar bom aspecto à planta. Floresce no verão, à pleno sol. Por seu pequeno porte, vai bem até em jardins pequenos e na arborização urbana. Em grandes áreas pode ser usada em maciços.

 

Sibipiruna

Nome científico: Caesalpinia pluviosa
família botãnica: Leguminosae
Origem: Brasil

Características: Chega a medir 10 metros de altura, para 7 metros de diâmetro da copa arredondada. É uma árvore de clima tropical, de crescimento rápidos, com folhas pequenas e caducas. A floração ocorre entre setembro a novembro e produz flores amarelas organizadas em cachos. A frutificação dá origem a vagens entre julho e agosto. As raizes são pivotantes. Esta espécie de árvore, que costuma viver por mais de um século, é muito confundida com o pau-brasil e o pau-ferro, pela semelhança da folhagem. A sibipiruna perde parcialmente suas folhas no inverno e a floração ocorre de setembro a novembro, com as flores amarelas dispostas em cachos cônicos e eretos. A árvore é muito utilizada no paisagismo urbano em geral, sendo também indicada para projetos de reflorestamento pelo seu rápido crescimento e grande poder germinativo que cultivado em condições adequadas, pode viver por mais de 100 anos.

 

Apoio:
Colaboração: