Praça Rafael Sapienza

 

Abacateiro

Nome científico: Persea americana
Família botânica: Lauraceae
Origem: América Central.

Características: Árvore de casca pardacenta que pode atingir até 20 m de altura. Folhagem sempre verde. Flores pequenas e de coloração branco-esverdeadas, possui odor acentuado e característico e por isso são atrativas para abelhas.
 

Acácia Mimosa

Nome científico: Acacia podalyriifolia
Família botânica: Leguminosae
Origem: Áustrália

Características: Árvore da família das Leguminosas, apresenta folhagem acinzentada e flores amarelas. É muito ornamental e delicada, mas não é apropriada para áreas com sombreamento, pos necessita de luz solar plena. Geralmente com 2 anos de idade já floresce. Propaga-se por meio de sementes, gosta de clima ameno e solo argilo-arenoso.

 
Alecrim-de-campinas

Nome científico: Holocalyx balansae
Família botânica: Leguminosae
Origem: Brasil


Características: Árvores com 10 a 25 m de altura. Tronco característico, muito irregular, com sulcos profundos e abertos. Casca cinzenta-escura lisa, fina, que se descasca irregularmente. Folhas compostas, paripinadas, folíolos verde-escuro e brilhantes, oblongos, estreitos, irregulares na base e muito nervados. Flores pequenas e esbranquiçadas. Fruto drupa globosa, com uma ou duas sementes grandes.
Floração: agosto a outubro. Frutificação: outubro a dezembro.
 
Alfeneiro

Nome Científico: Ligustrum lucidum
Família botânica: Oleaceae
Origem: China

Características: Árvore com até 15m de altura, de casca lisa com coloração acinzentada. Folhas brilhantes, simples e glabras, copa densa. Inflorescência em panículas e flores pequenas e brancas, frutos roxos e circulares, muito característico. O florescimento ocorre entre outubro e dezembro e a frutificação ocorre de maio a julho no sul do Brasil. Polinização por insetos e dispersão de frutos por aves. Árvore de rápido crescimento. Raízes superficiais que se adaptam facilmente a diversos ambientes. Não possui restrição de drenagem, adaptando-se em solos bem drenados e úmidos.

 

Amoreira-preta

Nome Científico: Morus nigra
Família botânica: Moraceae
Origem: China

Características: A amoreira-preta, que é de interesse para a fruticultura, é uma planta de pequeno a médio porte (8-12m) de folhas caducas, inteiras ou lobuladas, serrilhadas ou dentadas, duras e codiformes; sem espinhos; as flores são monóicas ou dióicas; o fruto é um aquênio ovóide e comprido, coberto pelo cálice suculento e de coloração roxa, quase preta.

 

Angico

Nome científico: Anadenanthera colubrina
Família botânica: Leguminosae
Origem: Brasil

Características: Normalmente são árvores de médio a grande porte, comuns em capoeiras ou na colonização de áreas abertas. A espécie mais comum em nossa região é o angico-branco (Anadenanthera colubrina), encontrando-se boa parte das árvores em intensa florada entre novembro e janeiro, no inverno perde totalmente as folhas. Suas flores diminutas são agrupadas em pequenos "pompons" brancos, por sua vez agrupados em cachos grandes, revestindo de branco as copas verdes. Possui tronco acinzentado, tortuoso e alto, com copa ampla de folhagem rarefeita, no total chegando aos 20 a 25 metros.

 

Árvore-da-china

Nome científico: Koelreuteria paniculata
Família botânica: Sapindaceae
Origem: China

Características: As folhas são caducas e de tamanho médio. É uma árvore de crescimento rápido, que pode atingir 10 metros de altura, para 6 metros de diâmetro da copa arredondada. A floração, entre dezembro a abril, produz flores de cor amarela. A frutificação é do tipo cápsula e decorre entre maio e junho. Os frutos são róseos e também bastante ornamentais.

 

Cabreúva

Nome científico: Myroxylum peruiferum
Familia botânica: Leguminosae
Origem: América do Sul

Características Gerais: Altura de 10 a 20m, com tronco de 60 a 80 cm, tendo com ocorrência os Estados da BA e ES e zona da mata de MG. Floresce nos meses de Julho a Setembro a maturação dos frutos no mês de outubro-novembro.

 


 

Calabura

Nome científico: Muntingia calabura
Família botânica: Muntingiaceae
Origem: América Tropical

Características: Frutos pequenos, vermelhos, redondos e muito doce, sendo ideal para pássaros e peixes. Àrvore de pequeno porte e produção abundante, sendo seus frutos apreciados pelas crianças. Produz quase o ano todo. Produção na primvera e verão.

 



Canela-preta

Nome Científico: Nectandra megapotamica
Família botânica: Lauraceae
Origem: Brasil

Características: Árvore de grande porte, até 30m de altura, possui copa globosa, perenifólia, verde-escura e com folhas pendentes. O tronco é geralmente tortuoso e acanelado, de casca externa coloração castanho-acinzentada, com marcas transversais onduladas, resultantes da deiscência em pequenas placas. Suas folhas são simples, alternas, coriáceas, glabras, lanceoladas, de ápice acuminado, base aguda, margem inteira, pecíolo rugoso (até 1,5 cm), medem de 7 a 15 cm de comprimento por 2 a 4 cm de largura. Discolores, verde-escuras na face adaxial, mais claras e desprovidas de domácias na face abaxial. As flores são hermafroditas, actinomorfas, homoclamídeas, de coloração branco-amarelada, com 5 pétalas, medem até 7 mm de circunferência e são agrupadas em panículas axilares de até 7 cm de comprimento, na extremidade dos ramos. Os frutos são ovóides, castanho-escuros, medem aproximadamente 15 mm de comprimento por até 10 mm de largura. Apresentam cúpula hemisférica de 5 mm, que cobre apenas a base da semente. A floração ocorre de julho a outubro e a frutificação de dezembro a março.


 
Carolina

Nome científico: Adenanthera pavonina Família botãnica: Leguminosae
Origem: África e Ásia tropical


Características: Árvore de 12 a 15m de altura, de tronco
com casca parda e lisa. Folhas com pecíolo, alternadas, compostas bipinadas, longas, com 2 a 5 pares de pinas opostas, cada uma com folíolos alternos, ovalado-alongados, verde-escuros, de 1 a 2cm de comprimento. Os frutossão vagens estreitas, achatadas, marrons, espiraladas quando se abrem , expondo as sementes globulosas, achatadas, duras, vermelho-brilhante.
 

Casuarina

Nome Científico: Casuarina equisetifolia
Família botânica: Casuarinaceae
Origem: Austrália


Características: Árvore grande, apresenta crescimento rápido, com até 23 m de altura e 1 m de diâmetro na base; casca cinzenta nos ramos novos e castanho-escuros nos velhos, com elevado teor de tanino (entre 6 e 18%); ramículos filiformes, quadrangulares, delicados, verdes, dispostos em verticilos articulados e finamente estriados. Dióica ou Monóica com flores nuas, com apenas um estame as masculinas e as femininas, ovóides e cilíndricas, unilocular. Os frutos são sâmaras elipsóides com até 2 cm de diâmetro, indeiscentes, com apenas 1 semente. Madeira vermelho-escura, muito dura, difícil de trabalhar. Poder calorífico do carvão atingindo 7.181 kcal/kg, um dos índices mais altos entre as espécies arbóreas. Não possui limitações quanto à pluviosidade, além de suportar geadas. Espécie heliófila que apresenta simbiose com actinomicetos do gênero Frankia nas raízes. Adapta-se com facilidade em vários ambientes, tolerando solos salinos e calcários.

 

Cedro

Nome Científico: Cedrela fissilis
Família botânica: Meliaceae
Origem: América do Sul

Características: O cedro é uma árvore caducifólia, com altura variando entre 10 e 25m e diâmetro entre 40 e 80cm. Apresenta tronco reto ou pouco tortuoso, com fuste de até 15m. A copa é alta e em forma de corimbo, o que a torna muito típica. As folhas são compostas, medindo entre 25 a 45 cm, muito variáveis quanto à forma, com 8 a 30 pares de folíolos oblongo-lanceolados a oval-lanceolados. A alta densidade estomática nas folhas, muito maior que em outros gêneros das Meliaceae, é também uma característica muito peculiar do cedro. As flores são brancas, com tons levemente esverdeados e ápice rosado; também são pequenas, agrupadas em tirsos axilares de 30 cm, na média, sendo que as masculinas são mais alongadas que as femininas. Os frutos são cápsulas em forma de pêra, deiscentes, sendo que parte dos carpelos permanecem no eixo do fruto após a deiscência. Os frutos apresentam cinco valvas longitudinais (que se abrem por ocasião da deiscência), lenhosas, ásperas, de coloração marrom, com lenticelas claras e alojam de 30 a 100 sementes viáveis. As sementes são aladas, de coloração bege a castanho-avermelhada e apresentam dimensões de até 35mm de comprimento por 15mm de largura .


 

Cerejeira

Nome Científico: Prunus cerasus
Família botânica: Rosaceae
Origem: Japão

Características: É uma árvore de altura variável com a casca negra e rugosa, folhas ovais, brilhantes e dentadas as flores são brancas. Os frutos são drupas carnudas e doces. Floresce na Primavera. A parte utilizada são os pés e os frutos. Árvore própria das regiões temperadas, cresce em toda a Península.
Contém abundantes Sais Minerais, e são ricas em Potássio e Flavonóides que lhe conferem propriedades diuréticas.

 

Cerejeira-do-mato

Nome científico: Eugenia involucrata
Família botânica: Myrtaceae
Origem: Brasil

Características:
Altura de 5 a 8m (10 a 15m na mata), dotada de copa arredondada. Tronco ereto e mais ou menos cilíndrico, de 30-40cm de diâmetro, com casca lisa e descamante. Folhas solitárias, axilares, longo-pedunculadas, de cor branca. Fruto drupa piriforme, glabra e brilhante, coroada pelo cálice persistente, de cor vermelha ou vinácea-escura, com polpa carnosa, adocicada e comestível, contendo 1 a 3 sementes.

 

Chápeu-de-Sol

Nome científico: Teminalia catappa
Família botânica: Combretaceae
Origem: Ásia

Características: A também chamada amendoeira-da-praia é uma árvore de grandes dimensões que pode atingir 35m de altura. É típica de regiões tropicais. A sua origem é controversa, estando a Índia e a Nova Guiné entre as hipóteses apontadas. É cultivada como árvore ornamental e os seus frutos são comestíveis, embora um pouco ácidos. A sua madeira é vermelha, sólida e resistente à água, tendo sido utilizada para fazer canoas na antiga Polinésia.

 


Cheflera

Nome científico: Schefflera actinophylla
Família botânica: Araliaceae
Origem: Austrália



Características: Árvore perenifólia, de 5 a 7m de altura, tronco ereto e pouco ramificado, pardo-claro quando novo. Folhas compostas, digitadas, com folíolos armados ou pêndulos, elítico-ovalados e alongados, numerosos, de coloração mais clara na face interior, subcoriáceos, de 14 a 24cm de comprimento, com pecíolos longos dispostos em círculo, reunidos em roseta na extremidade de ramos semi-lenhosos, marcados na superfície pelas cicatrizes das folha já caídas. Inflorescência terminal, ereta, com divisões longas, contendo em toda a extensão numerosas flores pequenas, agrupadas, não vistosas, que resultam em frutos pequenos, suculentos, vermelhos, formados de novembro a janeiro.

 

Cheflera-pequena

Nome Científico: Schefflera arboricola
Família: Araliaceae
Origem: Taiwan


Características: Arbusto vigoroso que facilmente chega ao porte de árvore, de folhas separadas em 8 folíolos, verdes e brilhantes. A variedade variegada apresenta tonalidade verde e amarela. Planta muito rústica e pouco exigente que pode ser utilizada isolada em vasos ou em grupos como maciços ou cerca viva, com topiaria ou não, separando áreas no jardim.

 

Cica

Nome científico: Cycas circinalis
Família botânica: Cycadaceae
Origem: Ásia e África

Características: Árvore de 6 a 12 m de altura, também semelhantes a palmeiras, dióicas, possuindo caule cilíndrico, espesso, com uma coroa de folhas lustrosas, compostas pinadas, com 1,5 a 3 m de comprimento e pecíolo apresentando espinhos. Os folíolos são lineares, ensiformes, coriáceos, como os de C. revoluta Thunb., porém com as margens planas. Nos indivíduos femininos as folhas carpelares medem de 10 a 30 cm de comprimento, com base estipitada. Nos masculinos os cones são lenhosos, cilíndricos e terminais, curtamente pedunculados, medindo de 30 a 45 cm de comprimento, de coloração castanho-clara.

 

Cinamomo

Nome científico: Melia azedarach
Família botânica: Meliaceae
Origem: Ásia


Características: Árvore ou arbusto de folha caduca e de curta duração, atinge 15 metros ou mais, com tronco curto e copa difusa e aberta. Casca superficialmente fissurada. Ramos jovens revestidos por pêlos estrelados caducos. Folhas até 90 cm, alternas, bipinuladas, com numerosos folíolos; cada folíolo tem forma ovado-lanceolado, são serreados ou lobados e algo lustrosos. Inflorescência grande e pauciflora. Flores fragrantes, lilás, geralmente pentâmeras. Frutos tipo drupa, semi-arredondados, cerca de 15 mm de diâmetro, amarelos, lisos, mas tornando-se rugosos; ligeiramente carnosos, em geral presentes durante todo o ano. Floresce na primavera durante os meses de setembro, outubro e novembro. Frutos maduros no outono e inverno, quando as árvores estão desfolhadas.

 

Cipreste-do-mediterrâneo


Nome científico: Cupressus sempervirens
Família botânica: Cupressaceae
Origem: Europa e Ásia


Características: é uma árvore grande, de até 25m de altura, com copa piramidal ou colunar, monóica. A casca é fina, castanha e seus ramos são curtos, densos, tendendo a verticais, com folhas verde-escuras, escamiformes, pequenas, aromáticas, fortemente apressas e revestindo todo o ramo. Os cones estão dispostos no ápice dos ramos, sendo os masculinos amarelos e cilíndricos, medindo de 3 a 6 mm de comprimento e os femininos globosos, com 2 a 4 cm de diâmetro.

 

Dedaleira

Nome científico: Lafoensia pacari
Família botânica: Lythraceae
Origem: Brasil

Características: Árvore de até 25m de altura, apresenta copa globosa ou umbeliforme, 15 a 25 m de altura, possui tronco geralmente reto, até 80 cm de diâmetro, com casca escura profundamente fissurada. Suas folhas são simples, opostas, curto-pecioladas, oblongas, com ápice obtuso provido de uma glândula, medem 5 a 15 cm de comprimento, por 2 a 5 cm de largura. As folhas apresemtam coloração verde-clara brilhante na face adaxial e verde-opaca, com nervura principal e marginal proeminentes na fase abaxial. As flores são reunidas em panícula terminal umbeliforme de 20 a 30 cm de comprimento, com botões volumosos e vermelhos. O cálice em forma de dedal, possui de 1,5 a 2,0 cm de comprimento e 1 a 1,5 cm de largura, afunilado e com 12 dentes. As flores possuem cheiro desagradável, variando a intensidade com o estágio de abertura da flor, sendo estas polinizadas por morcegos (quiropterofilia) atraídos pelo mau cheiro. Os frutos são secos, indeiscentes, de coloração castanho-escura, medem de 4 a 8 cm de comprimento, por 2 a 4,5 cm de largura. A floração ocorre de outubro a fevereiro e os frutos amadurecem de fevereiro a julho, liberando sementes planas, aladas de coloração amarelada, até 2 cm, com a ponta expandida em duas laterais.

 

Espatódea

Nome científico: Spathodea campanulata
Família botânica: Bignoniaceae
Origem: África Central

Características: Árvore grande, 15 a 20 m de altura, casca fina e suberosa, ramos jovens verrucosos e pubérulos; folhas opostas ou em verticilos de três, imparipinadas, longo-pecioladas, quando novas pubérulas depois quase ou inteiramente glabras, até 50 cm de comprimento, 4 – 7 pares de folíolos opostos, às vezes alternados, geralmente oblongados, mas também elípticos ou lanceolados, ápice acuminado e base oblíqua, curto-peciolados, verde escuros e luzidios na face ventral, até 14 cm de comprimento e 6 – 7 cm de largura; racemo terminal curto-pedunculado; flores numerosas, grandes, vermelhas por fora e amareladas por dentro, franjadas de amarelo na margem, muito vistosas, 10 – 12 cm de comprimento, com pedicelo tomentoso-pubescente; cálice tomentoso-pubescente, longitudinalmente fendido de um lado, donde emerge a corola irregular, campanulada, mais ou menos enrugada, superiormente com cinco grandes lobos de margem crespa, na base atenuada em tubo de 2 cm.Época de floração varia de acordo com a região; no sul do Brasil ocorre durante a primavera e verão. Dispersão de sementes pelo vento (sementes aladas). Árvore de crescimento rápido em climas quentes. Desenvolve-se em locais de solo fértil e bem drenado. Possui grande capacidade de reprodução vegetativa e de rebrotamento.

 

Eucalipto

Nome científico: Eucalyptus tereticornis Família científica: Myrtaceae
Origem: Austrália

Características: Árvore perenifólia, de 20 a 25m de altura, de tronco ereto, com casca pardo-acinzentada, lisa, que desprende-se em lâminas irregulares, expondo a superfície branca, cinza ou azulada, algumas vezespersistindo na parte basal do tronco. Ramagem esparsa, um tanto pendente, formando copa aberta. Folhas de ramagem nova, grandes, coríaceas, glabras, largamente ovaladas ou elíticas e na ramagem adulta, longas, estreitas, verdes nas duas faces, brilhantes, espessas, coráceas, pêndulas, de 8 a 20cm de comprimento, com nervura central amarelada ou rosada saliente e pecíolo arroxeado de 1,5 a 2,5cm. Inflorescênciasaxiliares, em umbelas solitárias, contendo 4 ou muitas flores de muitos estames brancos, com pedúnculos cilíndricos, cujos botões possuem opérculo cônico ou ligeiramente rostrado. Frutos do tipo cápsula, ovalado-globosos, deiscentes, de 6 a 10 mm de diâmetro, com 3 a 5 valvas bem salientes, contendo sementes pequenas marrons.

 
Falsa Seringueira

Nome científico: Ficus elastica
Família botânica: Moraceae
Origem: Ásia Tropical


Características: Árvore perenifólia com até 15-20 m de altura (até 60 m no seu habitat natural), de tronco curto e grosso (chega aos 2 m de diâmetro), geralmente irregular e muito ramificado desde a base, de casca lisa, acinzentada, por vezes com laivos acastanhados, brilhante e com ranhuras horizontais. A copa é ampla, com ramos que se desenvolvem obliquamente ao tronco principal. A planta tende a desenvolver raízes aéreas que ao encontrarem o solo se transformam em troncos auxiliares, ajudando a suportar os pesados ramos e contribuindo para o alargamento da copa.
Tal como é norma no género Ficus, as flores estão inseridas na face interna de um receptáculo carnudo (que forma o sicónio), a sua polinização dependendo de uma vespa específica que co-evoluiu com a planta. Devido a esta relação, as flores não emitem qualquer fragrância. Os frutos são minúsculos figos (sicónios), sésseis, esféricos, com cerca de 1 cm de diâmetro e com a superfície lisa, de cor esverdeada com minúsculos ponteados mais escuros. Fora do seu habitat nativo os frutos são raros. Quando cortada, a planta derrama um látex tóxico, esbranquiçado e muito viscoso. Este látex foi utilizado como matéria prima no fabrico de borracha, embora não tenha a mesma abundância e qualidade do produzido pela seringueira.
 

Figueira Benjamina

Nome científico: Ficus benjamina
Família botânica: Moraceae
Origem: Ásia e Austrália


Características: Árvore perenifólia, de 10 a 15 m de altura, suas características ornamentais são notáveis, é amplamente cultivada em parques, jardins e na arborização de ruas e avenidas pelo excessivo vigor do sistema radicular. Muito tolerante a podas, presta-se para topiaria artística e geométrica e para plantio em vasos quando jovem. É atualmente uma das árvores exóticas mais cultivadas no sudeste do Brasil. Apesar de sua origem tropical, pode ser cultivada virtualmente em todo o território brasileiro.

 

 

Flamboyant

Nome científico: Delonix regia
Família botânica: Leguminosae
Origem: Madagascar


Características: Árvore decídua, de 10-12 m de altura, muito usada na arborização de parques e jardins de todo o Brasil, sendo contudo inadequada para ruas e avenidas. Extremamente florífera e ornamental, é adequada para o uso paisagístico em geral onde haja espaço suficiente para o seu desenvolvimento.

 

Goiabeira

Nome científico: Psidium guajava
Família Botânica: Myrtaceae
Origem: Brasil


Características: Arbusto ou árvore de pequeno porte que pode atingir 3 a 6 m de altura, tronco tortuoso, folhas simples e opostas, 8 a 12cm de comprimento e 3 a 6cm de largura. As flores são brancas, hermafroditas, isoladas ou em grupos de 2 ou 3, situando-se nas axilas das folhas e nas brotações de ramos maduros. A fecundação provém de polinização cruzada. O fruto é baga com tamanho entre 5 a 7cm quando maduros, de coloração amarela por fora e vermelha ou branca por dentro

 
Grevílea

Nome científico: Grevillea robusta
Família botânica: Proteaceae
Origem: Austrália


Características: Árvore com 18 a 30 m de altura, de tronco ereto. Folhas pinuladas, constituídas por segmentos lanceolados verde-escuros na face superior e tomentosos na inferior; 15-30 cm de comprimento. Flores amarelas alaranjadas, filamentosas, dispostas em inflorescências orientadas para cima. Frutos em cápsula aplanada, coriácea, deiscente, negra na maturação, com uma ponta recurvada na extremidade. Tolera solos com teores de húmus e umidade médios, textura leve e pH ácido. A floração ocorre entre maio e junho.

 

Guapuruvu

Nome científico: Schizolobium parahyba
Família botânica: Leguminosae
Origem: Brasil

Características: É uma árvore de crescimento rápido, que atinge um porte de 30 metros de altura, para 8 metros de diâmetro da copa arredondada. As folhas são pequenas e caducas. A floração decorre em novembro e origina flores de cor amarela. A frutificação é do tipo vagem e decorre de março a maio. A madeira do guapuruvu é pouco resistente, mas presta-se à confecção de embarcações tipo canoas exatamente pela leveza e facilidade de entalhe. É a árvore símbolo da cidade de Florianópolis, capital do Estado de Santa Catarina, Brasil.

 
Guariroba

Nome científico: Syagrus oleracea
Família botânica: Palmae
Origem: Brasil


Características da planta: Palmeira de estipe ereto, podendo atingir até 20 m de altura, copa crispada e deflexa. Folhas grandes de até 3 m de comprimento. As flores surgem em cachos durante a primavera até o outono. Os frutos dão em cachos, de coloração verde-amarelada, com uma amêndoa branca oleaginosa comestível. Frutifica de outubro a fevereiro. O cultivo desta palmeira é por sementes, embora cresça espontaneamente nas matas do Sudeste do Brasil. Prefere regiões de clima quente e solos bem drenados. É bastante freqüente em uma área não contínua que abrange desde a Bahia até São Paulo, passando por Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso do Sul.
 

Hibisco

Nome científico:
Hibiscus rosa-sinensis
Família botânica: Malvaceae
Origem: Ásia tropical

Características: Arbusto inerme, lenhoso, muito ramificado, de 3 a 5 metros de altura. A copa geralmente elíptica, possui ramos estriados e folhagem caduca. A espécie é a base, para os híbridos de flores com cores variadas e também aos de folhas variegadas (mescladas).
Suas folhas são simples, opostas, polimorfas, muitas vezes lobada (3 a 5 lóbulos), de margem serreada, com estípulas, de coloração verde-escura na face adaxial e verde-clara na abaxial. As flores de cor rosa ou avermelhada, são grandes (até 12 cm), pentâmeras, diclamídeas, com andróforo bastante desenvolvido e com pétalas de margem ondulada a crespa. Os frutos são cápsulas híspidas, com numerosas sementes de cor marron-escura. A floração ocorre no verão e frutificação no outono-inverno.

 
Hibisco-crespo

Nome científico: Hibiscus schizopetalus
Família botânica: Malvaceae
Origem: África



Características: Ela é muito rústica e quase não dá trabalho e se caracteriza por ser um arbusto ou arbusto escandente, como a variedade Mimo-de-Vênus. São cultivadas para maciços, cercasvivas, além de forração e revestimento de paredes e muros. Podem atingir alturas entre 3, 4 e 5 metros. Propagam-se quase o ano inteiro, embora algumas variedades só o façam no verão. Os métodos de propagação são a estaquia de galhos e da ponta de ramos. As flores são isoladas ou agrupadas em cachos.

 
Incenso

Nome científico: Pittosporum undulatum
Família botânica: Pittosporaceae
Origem: Austrália


Árvore de até 10 m de altura e casca cinzenta. Copa piramidal e folhas perenes ovado-lanceoladas, agudas, de margem ondulada. Flores em cimos, com pétalas brancas, lanceoladas. Os frutos são cápsulas obovóides, glabras, bivalvas, cor de laranja quando maduros. A floração ocorre entre os meses de setembro e novembro e a frutificação entre os meses maio e julho. Em meados de outubro os frutos se abrem e liberam as sementes. Sendo que uma árvore, chega a produzir até 37.500 sementes.Flores e frutos possuem um forte odor.

 

Ipê-amarelo

Nome científico: Tabebuia chrysotricha
Família botãnica: Bignoniaceae
Origem:
Brasil

Características; Árvore com cerca de 10 m de altura. Tronco com casca parda, grossa e irregularmente sulcada. Ramos novos com pêlos densos cor de ouro (daí o nome chrysotricha). Folhas opostas, digitadas, 5 folíolos oblongos, que medem até 8 cm de comprimento. Inflorescências com flores de corola amarela, pétala ornada de traços vermelhos, cálice com pêlos densos, cor de ouro velho. Apresenta fruto cápsula, seco, deiscente, com pêlos cor de ouro velho, de 15 a 30 cm de comprimento e com sementes aladas brancas.

 

Ipê-branco

Nome Científico:Tabebuia roseo-alba
Família: Bignoniaceae

Características: Altura média: 7 a 16 metros, Folhas: Compostas digitadas, 3 foliolos de 12 cm, Flores: Brancas em cacho, muito vistosas, Fruto: Vagem de 18 cm, verde e lisa, Sementes: Aladas, pequenas (3 cm). É talvez a espécie de Ipê mais vistosa quando em flor.Sua floração é muito breve, apenas dois dias por ano, às vezes se repetindo após um mês. Nem todo ano os ipês brancos florescem com exuberância, pelo menos nesta região (leste de MG). Muitas vezes apresentam floração discreta e quase nenhum fruto.

 
Ipê-de-el-salvador

Nome científico: Tabebuia heterophylla
Família botãnica: Bignoniaceae
Origem: Antilhas

Características: Atinge de 10 a 15m de altura e sua copa chega até 5m de diâmetro. Se destaca pela disposição de seus ramos ascendentes e sua florada. Ao perder suas folhas, seus ramos são recobertos por flores magentas rosadas de grande tamanho. Indicada para o plantio em parques, praças; não sendo recomendada em calçadas e sob fiação elétrica. Floração: Junho - Julho. Frutificação: Agosto - Setembro.
 

Ipê roxo

Nome científico: Tabebuia heptaphylla
Família botânica: Bignoniaceae
Origem: Brasil

Árvore de até 30 m de altura, podendo atingir 90 cm de diâmetro.
Os ramos dicotômicos, tortuosos e grossos formam uma copa moderadamente ampla e globosa. O tronco, mais ou menos reto e cilíndrico, possui casca pouco espessa e escura, fissurada longitudinalmente e descorticante em placas grandes. A casca apresenta coloração pardo-cinzenta. As raízes são vigorosas e profundas. As folhas, de coloração verde-escura, são opostas, decícuas, compostas, digitadas, longamente pecioladas e com os bordos serrilhados. Cada folha é composta por 5 a 7 folíolos, glabros, com ápice agudo. A flor, roxo-violácea, é pouco pilosa. São muito abundantes, nascendo nos ramos ainda sem folhas, com lenho adulto. O cálice é pequeno, campanulado e a corola campanulada-afunilada. O fruto, seco e deiscente, é linear ou sinuoso, estriado, muito longo, podendo atingir até mais de 50 cm, de coloração preta. As cápsulas são bivalvares do tipo síliqua, semelhante a uma vagem estreita e comprida, atenuada pra dentro.
As sementes aparecem em grande quantidade e são grandes e aladas. Medem de 2,5 a 3 cm de comprimento e cerca de 6 a 7 mm de largura. São acastanhadas e membranáceas mais ou menos brilahntes.

 
Iuca Elefante

Nome científico: Yucca elephantipes
Família botânica: Agavaceae
Origem; América central


Arbusto ou pequena árvore de 3 a 6 m de altura, possui tronco reto, de base expandida, com casca externa grossa, coloração castanho-acinzentada, marcada pro fissuras longitudinais.
Suas folhas são coriáceas, agrupadas na extremidade do caule ou dos ramos de forma rosulada, apresentam margem áspera e ápice não pungente, medem de 20 a 40 cm de comprimento. As flores brancas, com 6 pétalas, dispõem se em eretas e densas panículas terminais. Os frutos são suculentos contendo pequenas sementes pretas. A floração ocorre de janeiro a março e a frutificação a partir de março.
 
Jacarandá Mimoso


Nome científico: Jacaranda mimosifolia
Família botânica: Bignoniaceae
Origem: Bolívia e Argentina


Características: Árvore frondosa, de folhagem delicada. De porte médio, esta espécie pode atingir até 15 metros de altura. As folhas, que medem 40 cm de comprimento, são compostas por folíolos miúdos e delicados e concentram-se nas pontas dos ramos. Durante o inverno, o jacarandá-mimoso perde suas folhas, mas no início da primavera ele se cobre de flores arroxeadas e perfumadas. A floração se prolonga até o começo do verão e recobre praticamente toda a copa. Uma curiosidade sobre esta árvore: em Pretória, uma cidade na África do Sul, as ruas são totalmente arborizadas com jacarandá-mimoso levado do Brasil.

 

Jambo Amarelo


Nome científico: Syzygium jambos
Família botânica:
Myrtaceae
Origem: Índia e Malásia


Características: A árvore do jambo vive mais de cem anos e na época da floração há o delicioso perfume adocicado das flores. O jambo de que estamos falando não deve ser confundido com o jambo-vermelho, tão comum no nordeste, que é o Syzygium malaccensis, outra fruta exótica, proveniente da Ásia. Esses dois jambos são da mesma família botânica que engloba a goiaba, a pitanga, a jabuticaba, a uvaia e o cambuci.

 

Jaqueira

Nome científico: Artocarpus heterophyllus
Família botânica: Moraceae
Origem: Ásia tropical

Árvore perenifólia, lactescente, de cerca de 20 m de altura, provida de copa mais ou menos piramidal e densa, com tronco robusto, de 30 a 60 cm de diâmetro, revestido por casca espessa. Folhas simples, alternas, inteiras (lobadas apenas nos indivíduos jovens), afixadas aos ramos através de um curto pecíolo de cerca de 1 cm de comprimento.
Planta cauliflora e monóica, ou seja, as flores masculinas e femininas estão separadas em diferentes inflorescências na mesma planta. As flores masculinas estão agrupadas em espigas claviformes e as femininas em espigas compactas.
O fruto é um sincarpo de forma ovalada originada do desenvolvimento da inflorescência feminina. Estes nascem diretamente do tronco e dos galhos mais grossos e chegam a pesar até 10 kg e medir até 40 cm de comprimento. A literatura cita pesos (acima de 30 kg) e tamanhos muito maiores, contudo nunca encontramos no país frutos maiores que isso.
A parte comestível da jaca são os frutículos encontrados no interior dos grandes sincarpos, em grande número, ultrapassando a centena. Estes nada mais são do que o desenvolvimento dos ovários das flores, constituindo os “bagos”, de cor amarelada, envoltos por uma camada grudenta, sabor doce e cheiro forte e característico, reconhecível a longa distância. Os bagos podem ser de consistência um pouco endurecida ou totalmente mole, daí a distinção de duas variedades muito conhecidas e denominadas popularmente de “jaca-mole” e “jaca-dura”.

 
Jasmim-manga

Nome científico: Plumeria rubra
Família botânica: Apocynaceae
Origem; América Tropical


Características: Ávore que atinge porte de 4 a 8 m de altura. É muito apreciada pelos paisagistas pelos seus caules grossos de casca lisa, cinzenta ou bronzeada, de formato escultórico. Os galhos de aspecto suculento secretam um látex quando seccionados. Suas folhas verde-escuras, medindo cerca de 30 cm de comprimento, nascem na ponta dos ramos e caem no inverno e na primavera.
Do verão até o outono as fores do jasmim-manga podem ser apreciadas, reunidas em grandes inflorescências terminais, nas cores vermelha ou rosa, que exalam um delicado perfume semelhante ao do jasmim.
 

Jenipapo

Nome científico: Genipa americana
Família botãnica: Rubiaceae
Origem: Brasil


Características; Medindo até 20 m de altura por 40 cm de diâmetro no tronco, é uma espécie nativa bastante comum em grande parte do Brasil - desde o Pará até Minas Gerais/São Paulo -, principalmente em regiões de Mata Atlântica. Após os 6 anos ela se torna adulta, sendo uma árvore alta de caule ereto, ramificada a boa altura do solo e frondosa. Floresce em abril e maio, com sua floração amarela contrastando com as folhas verde escuro. Os frutos amadurecem de novembro a fevereiro. Fruteira indígena, o jenipapeiro tem importância ecológica para o repovoamento de animais da fauna brasileira, sendo muito útil para plantio em áreas brejosas degradadas, crescendo com mais facilidade em regiões de clima quente, como os Estados do Nordeste e do Norte do Brasil.


 
Leucena

Nome científico: Leucena leucocephala
Família botânica: Leguminosae
Origem; América Tropical


Características: Arbusto ou árvore pequena, entre 5 e 10 m de altura. Folhas alternas bipinadas, com 25 cm de comprimento; entre 4 a 9 pares de pinas, com 8 a 10 cm. Entre 11 a 17 pares de folíolos, de 9 a 12 mm, opostos, lanceolados, acuminados; de coloração verde-acinzentada. Inflorescência globosa, com pedúnculo de 5 a 6 cm de comprimento. As flores possuem corola e estames brancos; cálice com 2,5 mm, pétalas lineares; estames em número de 10 com aproximadamente 1 cm de comprimento, anteras pilosas. Ovário fracamente pubescente no ápice. Vagens agrupadas, lineares, achatada, com 10 a 15 cm de comprimento e 2 cm de largura, marrom-escura, com um bico no ápice; cada vagem contém aproximadamente 20 sementes de coloração marrom brilhante, oblonga-oval, achatada, com 6 mm de comprimento. Faz auto-fecundação, de forma que até mesmo indivíduos isolados produzem sementes. Há um percentual pequeno de fecundação cruzada e são polinizadas por um número grande de insetos generalistas, incluindo abelhas de pequeno e grande porte. Floresce e semeia continuamente ao longo do ano, desde que haja umidade. Combinada à característica de auto-fecundação, o processo resulta na produção abundante de vagens e sementes. Regenera-se rapidamente após queimadas ou corte. As árvores têm vida curta, entre 20 e 40 anos, porém o banco de sementes tem longa viabilidade no solo, entre 10 e 20 anos. Cada planta pode produzir até 2000 sementes por ano.

 
Macaúba

Nome científico: Acrocomia aculeata
Família Botânica: Palmae
Origem: Brasil



Em breve.
 
Magnólia Amarela

Nome científico: Michelia champaca
Família botânica: Magnoliaceae
Origem: Índia e Himalaia


Características: Árvore de porte médio. Tronco ramificado desde a base, com casca lisa, de coloração acinzentada e com cicatrizes amareladas nos ramos novos. Folhas simples, elípticas, base aguda, ápice acuminado, glabras, coriáceas, margem levemente ondulada, de coloração verde brilhante na face superior e esbranquiçada na face inferior, com até 28 cm de comprimento. Flores amarelo-alaranjadas, com estames numerosos e muito perfumadas. Fruto com muitos carpídeos lenhosos, isolados, originário de ovário de folhas carpelares livres. Cada carpídeo possui uma ou duas sementes, que são liberadas através de sua abertura.
 
Mangueira

Nome científico: Mangifera indica
Família botânica; Anacardiaceae
Origem: Ásia



Características: Árvore grande com copa em forma de domo. Um elemento que pode identificá-la com facilidade é a presença de apenas um estame e as flores amarela-esverdeadas que desenvolvem-se a partir de uma panícula em forma de cone. Mangifera indica pode atingir 45 m de altura geralmente com uma circunferência de 3,6 m ou mais. A casca é rugosa, cinza escura e fibrosa. A folhas acumulam-se na ponta dos galhos e têm de 10 - 30 cm de comprimento por 2 - 10 cm de largura, oblongas ou lanceoladas, acuminadadas, de cor verde-escura brilhante, rosedas quando novas, com uma resina aromática quando amassada, pecíolo com 2,5 - 6 cm de comprimento, inchado na base, folhas novas pendem verticalmente para baixo, enquanto a cor é rosa. Inflorescência cônica, as flores tem 0,4 cm de diâmetro, amarelo-esverdeadas, aromáticas, masculinas e bisexuais na mesma panícula, cálice com 4 ou 5 sépalas, corola carnosa com 4 ou 5 pétalas, amarelo-claras, maiores que as sépalas, possui 4 ou 5 estaminóides e apenas um estame fértil e muito maior que os outros. Fruto em drupa com 5 - 20 cm de comprimento, carnoso, amarelo quando maduro, fibroso. Muitas variedades de frutos podem ser encontrados em função do local onde a planta se encontra.Na região nativa, as flores surgem de janeiro a março e frutos maduras de abril a julho.

Nespereira

Nome científico: Eriobotrya japonica
Família botãnica: Rosaceae
Origem: Ásia

É uma árvore pequena, com uma coroa circular e um tronco curto. Pode crescer até 10 m de altura, mas é geralmente menor, com cerca de 3 a 4 m. Suas folhas são alternadas, simples, de 10 a 25 cm, verde-escuras, de textura rígida e com a borda serrilhada. Diferente das demais árvores frutíferas, suas flores aparecem no outono e início do inverno e seus frutos amadurecem no final do inverno e início da primavera. As flores têm cerca de 2 cm de diâmetro, são brancas, com cinco pétalas, produzidas em cachos com três a dez flores. As frutas da nêspera são ovais, com 3 a 5 cm, com uma casca aveludada e macia de cor amarelo-alaranjada, às vezes rosada. A polpa é suculenta e doce ou ácida, dependendo da variedade e maturação da fruta. Cada fruta contém de 3 a 5 sementes de cor marrom. A nêspera deve ser preferencialmente descascada para o consumo: a casca é fina e pode ser facilmente puxada quando a fruta está madura.

 
Paineira

Nome científico: Ceiba speciosa
Família botãnica: Malvaceae
Origem: Brasil


Árvore grande, de até 30 m de altura, possui copa ampla, muito ramificada, umbeliforme, caducifólia, provida de densa folhagem durante o verão. O tronco retilíneo e cilíndrico, apresenta casca externa verde-escura, provida de acúleos cônicos, principalmente na fase jovem e engrossamento próximo à base.
Suas folhas são alternas, digitadas, pecioladas (4 a 15 cm), com 5 a 7 folíolos peciolulados, elípticos, com margem serreada e nervura principal proeminente em ambas as faces, medem de 4 a 12 cm de comprimento por 1,3 a 5 cm de largura. As flores são solitárias, axilares, com corola de coloração branco-tomentosa por fora e rósea a arroxeada por dentro. Os frutos são cápsulas oblongas, com numerosas sementes envoltas por pêlos brancos. A floração ocorre de fevereiro a abril e a frutificação de abril a setembro.
 

Pata de Vaca

Nome científico: Bauhinia variegata (flor rosa)
Nome científico: Bauhinia (flor branca)
Família botânica: Leguminosae
Origem: Burma

Características: Árvore mediana de até 10 m de altura, com copa densa, globosa e de folhagem semidecídua. O tronco geralmente cilíndrico, apresenta casca externa rugosa, de coloração pardo-acinzentada, pouco fissurada e deiscente em pequenas placas irregulares. Suas folhas são simples, cartáceas a coriáceas, com recorte formando 2 lobos arredondados, apresentam coloração verde-clara, medem de 12 a 18 cm de comprimento por até 15 cm de largura. As flores de coloração rosa ou brancas, possuem 5 pétalas alongadas marcadas por estrias mais escuras, dispõem-se solitárias ou em racemos axilares e terminais. Os frutos são legumes planos, de coloração marron-clara, contendo sementes arredondadas e achatadas. A floração ocorre de julho a setembro e a frutificação de outubro a fevereiro.

 

Pau Brasil

Nome científico: Caesalpinia echinata
Família botãnica: Leguminosae
Origem: Brasil

Características: Árvore de 8 a 12 m de altura. Consta ter existido no passado exemplares de até 30 m de altura e diâmetro de 50 a 70 cm. Um exemplar antigo cultivado no Jardim Botânico do Rio de Janeiro possui 25 m de altura e 60 cm de diâmetro. Seus ramos terminais, folhas e frutos são providos de pequenos espinhos. Suas folhas são compostas duplamente pinadas (bipinadas) com 5 a 6 pares de pinas, cada uma com 6 a 10 pares de folíolos. Seu tronco é áspero e descamante através de placas de forma irregular, deixando mostrar por baixo uma superfície vermelho-alaranjada que contrasta com o restante da casca de cor cinza. Este aspecto originou seu nome indígena "ibirapitanga" com o significado de "madeira cor de brasa". Flores muito perfumadas, de cor amarela, que permanecem na planta por menos de uma semana. Seus frutos são vagens totalmente recobertas por espinhos que se formam logo após a floração e amadurecem deixando cair espontaneamente as sementes em menos de 50 dias.



 

 

 

Pau-ferro

Nome científico: Caesalpinia ferrea
Família botânica: Leguminosae
Origem: Brasil

Características: Árvore muito utilizada em paisagismo urbano, tem o tronco característico, liso e branco com manchas. Propicia boa sombra e desenvolvimento rápido. Folhas compostas, pinadas, 5 folíolos de até 20 cm. Flores amarelas, pequenas, em cacho. Fruto em forma de vagem achatada de casca dura, marrom escuro, 8 por 2 cm. Para extrair as sementes (0,7 cm, pretas) é necessário quebrar com martelo.



 

Pinheiro de Norfolk

Nome científico: Araucaria columnaris
Família botânica: Araucariaceae
Origem;
Austrália

Árvore esbelta e colunar, de até 30 m de altura, dióica, com o tronco fendido em escamas finas. Os ramos secundários são horizontais com ramos terciários laterais pendentes. As folhas jovens são lanceoladas, tornando-se em seguida largamente ovadas, com 5 a 6mm de comprimento e 3mm de largura. Nos indivíduos masculinos os cones tem de 3 a 4 cm de comprimento, e nos femininos os cones são elípticos e medem de 8 a 10 cm de comprimento. É um pinheiro elegante, bastante ornamental, cultivado em praças, jardins e até em dunas, onde resiste bem à salinidade do ambiente. Suas sementes são avidamente disputadas pelos viveiristas a fim de produzir pinheirinhos para as festas de Natal.

 
Pinheiro do Paraná


Nome científico: Araucaria angustifolia
Família botânica: Araucariaceae
Origem: Brasil



Árvore perenifólia, dióica (árvores femininas e masculinas), podendo ser monóica quando submetida a traumas ou doenças. Altura de 10 a 60 m e tronco retilíneo e cilíndrico de 50 e 120 cm, com casca externa grossa de até 10 cm de espessura, de cor marrom-arroxeada, persistente, áspera e rugosa, e casca interna uniforme, branco-amarelada.
A copa do pinheiro sobre alterações ao longo de sua vida, da forma cônica ou piramidal, na fase jovem, passa para a ter copa umbeliforme (forma de guarda-chuva) na fase adulta, ainda na fase adulta, passa para a forma de cálice (caliciforme) terminando assim a fase senil. Suas folhas são simples, espiraladas, lanceoladas, coriáceas, agudíssimo-pungentes, de 3 a 6 cm de comprimento por 0,5 a 1 cm de largura. As flores são dióicas, sendo as femininas em estróbilos, conhecidos popularmente como pinhas e as masculinas são cilíndricas, alongadas e com escamas coriáceas, medem de 10 a 22 cm de comprimento por 2 a 5 cm de diâmetro. Os “frutos” ficam agrupados nas pinhas que, quando madura chegam a pesar até 3,4 Kg (Carvalho, 1994). Amadurecem de março a agosto.
 

Pitanga

Nome científico:
Eugenia uniflora
Família botãnica: Myrtaceae
Origem: Brasil

Características: Arbusto ou arvoreta, de 3 a 15 m de altura, possui tronco tortuoso, irregular, liso com manchas claras acinzentadas, provenientes da eliminação da casca fina, em placas, mede até 50 cm de diâmetro. Suas copa é globosa, semicaducifólia e com ramificação ascendente. Suas folhas são simples, opostas, inteiras, com bordos lisos, ovadas ou ovado-oblongas, glabras, subsésseis, de coloração verde-escura quando maduras e claras na brotação. São brilhantes, subcoriáceas e parcialmente caducas por ocasião do aparecimento das flores. Possuem ápice acuminado a agudo e base muito variada, nervura principal impressa na face abaxial e medem geralmente de 2,5 a 7 cm de comprimento por 1 a 3 cm de largura. As flores são brancas, diclamídeas, polistêmones e dispostas na extremidade de longos pedúnculos unifloros. Agrupam-se na axila das folhas ou ramos, compondo fascículos axilares. Os frutos são bagas globosas de coloração vermelho-escura, com superfície lisa, sépalas persistentes na forma de uma coroa apical, possuem 7 a 8 sulcos longitudinais e medem cerca de 0,8 a 1,5 cm de diâmetro. A floração ocorre geralmente de agosto a novembro, às vezes é alterada pelo regime das chuvas e, a frutificação nos meses de novembro a janeiro. A espécie apresenta também variação da época de floração, nas diferentes regiões de ocorrência.

 

Quaresmeira

Nome científico: Tibouchina granulosa
Família botãnica: Melastomataceae
Origem: Brasil

Características: Pode crescer até os 12 m de altura, e seu tronco pode atingir 40 cm de diâmetro. Apresenta flores com tonalidades que vão do rosa ao roxo, com grande potencial para ser utilizada como planta ornamental, principalmente em floração, por isso é recomendável em projetos paisagísticos, bem como na arborização de ruas estreitas e sob redes elétricas.

 

Resedá


Nome científico: Lagerstroemia indica
Família botãnica: Lythraceae
Origem; Ásia

Características: Arvoreta de até 6m de altura, com tronco liso marmorizado de 15 a 20 cm de diâmetro. As flores desabrocham em cachos nas pontas dos ramos, em cores róseas, lilás, carmim ou branca. Os galhos são fracos e quebradiços e devem ser podados no inverno para estimular a floração e dar bom aspecto à planta. Floresce no verão, à pleno sol. Por seu pequeno porte, vai bem até em jardins pequenos e na arborização urbana. Em grandes áreas pode ser usada em maciços.

 

Sibipiruna

Nome científico: Caesalpinia pluviosa
família botãnica: Leguminosae
Origem: Brasil

Características; Chega a medir 10 metros de altura, para 7 metros de diâmetro da copa arredondada. É uma árvore de clima tropical, de crescimento rápidos, com folhas pequenas e caducas. A floração ocorre entre setembro a novembro e produz flores amarelas organizadas em cachos. A frutificação dá origem a vagens entre julho e agosto. As raizes são pivotantes. Esta espécie de árvore, que costuma viver por mais de um século, é muito confundida com o pau-brasil e o pau-ferro, pela semelhança da folhagem. A sibipiruna perde parcialmente suas folhas no inverno e a floração ocorre de setembro a novembro, com as flores amarelas dispostas em cachos cônicos e eretos. A árvore é muito utilizada no paisagismo urbano em geral, sendo também indicada para projetos de reflorestamento pelo seu rápido crescimento e grande poder germinativo que cultivado em condições adequadas, pode viver por mais de 100 anos.

 
Tamareira Anã


Nome científico: Phoenix roebelinii
Família botânica; Palmae
Origem: Ásia


Características; É uma pequena palmeira, originária da região de Laos (Ásia), largamente cultivada, como planta ornamental, nos trópicos e nas regiões subtropicais e temperadas. Possui estipe de 2 a 4 m de altura e com cerca de 10 cm de diâmetro (DAP). As plantas femininas normalmente ocorrem agrupadas em grandes touceiras. A copa é densa, com grande número de folhas pinadas e graciosamente curvadas.
Os folíolos verde-escuros são lanceolados e medem cerca de 20 cm de comprimento. Os folíolos da base do pecíolo são transformados em espinhos de coloração amarelada. É uma planta dióica e sua inflorescência interfoliar, com 50 cm de diâmetro, apresenta longa ráquis pendente, com espata coriácea de até 40 cm e numerosas ráquilas, onde surgem as flores. Seus frutos oblongos, com cerca de 1,5 cm de comprimento, são numerosos, de coloração variando de vinho a preta quando maduros. É uma das melhores palmeiras anãs usadas no paisagismo, muito adequada para decoração de interiores e terraços.
 

Tipuana

Nome científico: Tipuana tipu
Família botânica: Leguminosae
Origem: Bolívia e Argentina



Características; Árvore até 20 m de altura, com tronco pronunciado, casca cinzento-escura, fissurada; copa densa a grande. Grandes folhas impari-penadas até 25 cm de comprimento. Folíolos oblongos, verde-escuras, 3-5cm de comprimento. Flores cor de laranja- amareladas em cachos terminais. Frutos alados.

 
Uva Japonesa


Nome científico: Hovenia dulcis
Família botânica: Rhamnaceae
Origem: Ásia oriental



Características: Árvore caducifólia com até 25 m de altura com copa globosa e ampla. Possui tronco reto, cilíndrico, com casca externa fissurada de coloração cinza-escura.
Suas folhas são simples, alternas, curto-pecíoladas, ovadas, com ápice agudo, glabras na face adaxial e pubérulas na abaxial. As flores numerosas e pequenas, são hermafroditas de cor branco-esverdeada a creme. Os fruto são pequenas cápsulas globosas, presos a um pedúnculo carnoso, com 2 a 4 sementes em seu interior. As sementes circulares, são alaranjadas ou avermelhadas quando recém colhidas e passando para marrom ou pretas com o tempo. A floração ocorre de agosto a fevereiro com frutificação entre março e outubro.

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